A primeira edição da Bienal foi realizada pelo Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM-SP) em um pavilhão provisório localizado na Esplanada do Trianon, na região da Avenida Paulista. Na edição, o primeiro Aparelho cinecromático (1949) de Abraham Palatnik foi recusado por não se encaixar nas categorias previstas. Posteriormente, a obra seria aceita e receberia uma menção especial do júri internacional.

Realizada pelo MAM-SP
Presidente MAM-SP: Ciccillo Matarazzo (Francisco Matarazzo Sobrinho)
Diretor artístico: Lourival Gomes Machado
No júri de seleção: Clóvis Graciano, Ciccillo Matarazzo
No júri de premiação: Sérgio Milliet, René d'Harnoncourt (MoMA)

“Antes de tudo, a Bienal de São Paulo veio ampliar os horizontes da arte brasileira. Criada literalmente nos moldes da Bienal de Veneza, seu primeiro resultado foi romper o círculo fechado em que se desenrolavam as atividades artísticas no Brasil, tirando-as de um  isolamento provinciano. Ela proporcionou um encontro internacional em nossa terra, ao facultar aos artistas e ao público brasileiro o contato direto com o que se fazia de mais ‘novo’ e de mais audacioso no mundo” - Mário Pedrosa, curador e crítico de arte em “A Bienal de cá para lá” (1970), in id., Arte – Ensaios, org. Lorenzo Mammì. São Paulo: Cosac Naify, 2015, pp.440-508.
"A Arte Moderna, por definição audaciosa fatalmente teria clima favorável neste panorama, em que o surto do progresso industrial é um frenético estímulo a todas as ousadias. Não foi sem razão, pois, que nesta capital, em 1922, irrompeu o ataque dos bandeirantes da Semana da Arte Moderna. Por essa época, que a passagem veriginosa do tempo faz parecer remota, sendo de ontem, aqui já predominavam os elementos de ação e dinamismo que fizeram de São Paulo o centro natural do modernismo brasileiro". (Prefácio do catálogo da 1ª Bienal, escrito por Simões Filho, Ministro da Educação e Saúde)
"Por sua própria definição a Bienal deveria cumprir duas tarefas principais: colocar a arte moderna do Brasil, não em simples confronto, mas em vivo contato com a arte do resto do mundo, ao mesmo tempo que para São Paulo se buscaria conquistar a posição de centro artístico mundial. Era inevitável a referência a Veneza; longe de fugir-se a ela, procurou-se tê-la como lição digna de estudo e, também , como um estímulo encorajador". - Lourival Gomes Machado, diretor artístico
5ª Bienal de São Paulo
31 2015
2ª Bienal de São Paulo
20 2014
5ª Bienal de São Paulo
02 2013
5ª Bienal de São Paulo
27 2013
1ª Bienal de São Paulo
20 2013
3ª Bienal de São Paulo
09 2013
5ª Bienal de São Paulo
03 2012
1ª Bienal de São Paulo
20 2012
2ª Bienal de São Paulo
13 2012
1ª Bienal de São Paulo
05 2012
4ª Bienal de São Paulo
16 2012
3ª Bienal de São Paulo
23 2012
1ª Bienal de São Paulo
23 2011
4ª Bienal de São Paulo
29 2011
5ª Bienal de São Paulo
28 2011