A primeira edição da Bienal foi realizada pelo Museu de Arte Moderna (MAM-SP) em um pavilhão provisório localizado na Esplanada do Trianon, na região da Avenida Paulista. Na edição, o primeiro Aparelho cinecromático (1949) de Abraham Palatnik foi recusado por não se encaixar nas categorias previstas. Posteriormente, a obra seria aceita e receberia uma menção especial do júri internacional.

20 de outubro - 23 de dezembro de 1951

Realizada pelo MAM-SP
Presidente MAM-SP: Ciccillo Matarazzo (Francisco Matarazzo Sobrinho)
Diretor artístico: Lourival Gomes Machado
No júri de seleção: Clóvis Graciano, Ciccillo Matarazzo
No júri de premiação: Sérgio Milliet, René d'Harnoncourt (MoMA)

Salas especiais

Bruno Giorgi, Candido Portinari, Di Cavalcanti, Eduardo Salvatore, Lasar Segall, Lívio Abramo, Maria Martins, Oswaldo Goeldi, Peças Indígenas, Sala Especial de Fotografia (organizada por Geraldo de Barros, Eduardo Salvatore, José Yalenti e Ademar Manarini, representantes do Foto Cine Clube Bandeirante), Victor Brecheret.

  • Eventos paralelos

  • 1ª Exposição Internacional de Arquitetura
    no júri de premiação: Eduardo Kneese de Mello (fundador do Instituto de Arquitetos do Brasil); entre os arquitetos brasileiros selecionados: Affonso Eduardo Reidy, Joaquim Cardoso, Lucio Costa, Oscar Niemeyer, Rino Levi; entre os arquitetos estrangeiros selecionados: Le Corbusier
  • Concurso de cartazes
  • Concurso de cerâmica
  • Concurso de composição musical
  • Exposição Francesa de Arte Religiosa
  • Festival Internacional de Cinema

Obra de destaque: Unidade tripartida (1948-1949) de Max Bill

“Antes de tudo, a Bienal de São Paulo veio ampliar os horizontes da arte brasileira. Criada literalmente nos moldes da Bienal de Veneza, seu primeiro resultado foi romper o círculo fechado em que se desenrolavam as atividades artísticas no Brasil, tirando-as de um  isolamento provinciano. Ela proporcionou um encontro internacional em nossa terra, ao facultar aos artistas e ao público brasileiro o contato direto com o que se fazia de mais ‘novo’ e de mais audacioso no mundo” 
Mário Pedrosa, curador e crítico de arte “A Bienal de cá para lá” (1970), in id., Arte – Ensaios, org. Lorenzo Mammì. São Paulo: Cosac Naify, 2015, pp.440-508.

Cartaz da 1ª Bienal de São Paulo. Autor: Antonio Maluf

5ª Bienal de São Paulo
31 2015
2ª Bienal de São Paulo
20 2014
5ª Bienal de São Paulo
02 2013
5ª Bienal de São Paulo
27 2013