Ao alcançar seu objetivo e consolidar-se como evento de arte de relevância no cenário mundial, a 3ª Bienal teve como destaque as obras dos muralistas mexicanos Diego Rivera, José Clemente Orozco e David Alfaro Siqueiros.

Realizada pelo MAM-SP
Presidente do MAM-SP: Ciccillo Matarazzo
Diretor Artístico: Sérgio Milliet
Diretor Técnico: Wolfgang Pfeiffer
No júri de seleção: Clóvis Graciano, Tomás Santa Rosa
No júri de premiação: Mário Pedrosa

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Abertura da 3ª Bienal. Com Sergio Buarque de Holanda, Andre Malraux, Lourival Gomes Machado e Francisco Matarazzo Sobrinho © Autor não identificado
O artista Lasar Segall e o escritor e historiador pernambucano Benedito Geraldo Ferraz Gonçalves observam obras de Lasar Segall © Rafael B. Ferrera / A Tribuna, Santos
Sala Especial dedicada ao artista Lasar Segall na 3ª Bienal © Autor não identificado
Sala Especial dedicada ao artista Lasar Segall na 3ª Bienal © Autor não identificado
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"De comum acôrdo com a Bienal de Veneza, fica estabelecido, a partir desta III Bienal de Sãa Paulo, que os artistas laureados com os grandes prêmios internacionais numa Bienal, não poderão ser contemplados com prêmios correspondentes, na Bienal imediata. Nesta Bienal, são assim considerados "hors concours" os artistas agraciados com os grandes prêmios da XXVII Bienal de Veneza".

"Regulamento". In III Bienal do Museu de Arte Moderna de São Paulo. São Paulo: Ediam, 1955, p.27 (catálogo de exposição)

"Pela primeira vez, a União Panamericana, como Secretaria Geral da Organização dos Estados Americanos, apresenta uma seleção de obras de artistas da América que, por várias razões, não puderam participar das representações de seus respectivos países".

SICRE, José Gomes. "União Panamericana". In III Bienal do Museu de Arte Moderna de São Paulo. São Paulo: Ediam, 1955, p.255 (catálogo de exposição)

"Os bastidores de todas as bienais são, sem dúvida, o melhor termômetro para se avaliar a quantos graus ferve o caldeirão das artes plásticas. A direção da 3ª Bienal de São Paulo, depois do impacto da edição anterior, que preparou o espírito do público para as novas correntes artísticas, fez o possível para manter o nível, mas não conseguiu".

AMARANTE, Leonor. As Bienais de São Paulo / 1951 a 1987. São Paulo: Projeto, 1989, p.57