200 mil visitantes garantiram o sucesso da exposição, que teve como pontos altos a seleção de trinta obras do ícone impressionista Vincent van Gogh e a forte presença do Tachismo e do Informal.

21 de setembro - 31 de dezembro de 1959

Realizada pelo MAM-SP
Presidente do MAM-SP: Ciccillo Matarazzo
Diretor artístico: Lourival Gomes Machado
Secretário-geral: Arturo Profili (colecionador)
No júri de seleção: Alfredo Volpi, Ernesto Wolf (colecionador), Fayga Ostrower
No júri de premiação: Richard Davis (conselho do MoMA), Roland Penrose

Salas especiais

4.000 Anos de Arte na China, Amadeo de Souza-Cardoso, Barbara Hepworth, Candido Portinari, David Smith, Expressionismo Alemão, Francis Bacon, Gaudí, Henry van de Velde, Jan Cybis, Joaquín Torres García, Juan Del Prete, Juan José Tharrats, Lasar Segall e a Decoração, Louis Van Lint, Ludwig Mies van der Rohe, Modesto Cuixart, Ñanduti [renda tradicional paraguaia], Paisagística, Philip Guston, Philippe Wolfers, Quatro Séculos de Gravura Francesa, Stanley William Hayter, Século 16, Século 17, Roberto Burle Marx, Ukiyo-e [gravura japonesa], Victor Horta, Vincent van Gogh

  • Eventos paralelos

  • 5ª Exposição Internacional de Arquitetura
    4º Concurso internacional de escolas de arquitetura

    salas especiais: Roberto Burle Marx, Victor Horta, Henry Van de Velde, Philippe Wolfers, Antonio Gaudí.
  • 2ª Bienal de Artes Plásticas do Teatro
    na comissão executiva: Aldo Calvo, Sábato Magaldi, entre os selecionados: Sérgio Cardoso.
  • Concurso de cartazes

Cartaz da 3ª Bienal de São Paulo. Autor: Arnaldo Grostein

“Para não parecer que se eludem certos problemas delicados, cabe ainda uma palavra, acêrca das preocupações que continuam a causar as questões levantadas a propósito da representação brasileira. Ainda desta feita, formou-se ela segundo o sistema de seleção por juri. Ninguém poderá afirmar que a sala assim composta desminta a feição de suas antecessoras, como, por igual, a nenhum dos responsáveis pelo Museu de Arte Moderna e suas Bienais escapam as deficiências do processo adotado, que, contudo, era preciso apreciar em várias oportunidades e durante razoável prazo de observação. Assim, pela critica de successivas tentativas, firmou-se a convicção de que, entre tantas acusadas, as reais e sanáveis deficiências decorriam, efetivamente, não da composição e ação dos júris mas, sim, do próprio sistema de seleção. Êste, pois, é que deve mudar, possibilitando ainda maior atenção aos artistas brasileiros, sem, contudo, acobertá-los com uma benevolência paternal que, simpática embora, não consoa com os verdadeiros valores. A próxima Bienal, para inspirar novo sistema, passará o fruto dessa longa e esclarecedora observação. Sirva o exemplo particular para, em conclusão, demostrar como, afinal, cada uma das Bienais, embora atenta à sua própria realização, se organiza com os olhos postos naquela que imediatamente se seguirá. Eis porque se constituem, tôdas, numa constante experiência, em que as metas vencidas e as conquistas realizadas sempre são substituídas por objetivos inéditos e mais ousadas aspirações, num constante desenvolvimento da tarefa que um dia Francisco Matarazzo Sobrinho se propôs e até hoje continua a realizar” 
Lourival Gomes Machado, respondendo as contestações dos artistas no ano anterior, escreve na introdução do catálogo da 5ª Bienal.
5ª Bienal de São Paulo
31 2015
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02 2014
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