Ciccillo Matarazzo deixa de ser o único mecenas da Bienal, e o evento passa por sua primeira crise econômica. A sexta edição ficou conhecida pelo caráter museológico e o predomínio do neoconcretismo, evidenciado pela presença revolucionária dos Bichos de Lygia Clark. Parte do júri de seleção é eleita pelos artistas. Primeira vez que a exposição recebe a delegação da URSS.

Realizada pelo MAM-SP
Presidente do MAM-SP: Ciccillo Matarazzo
Diretor geral: Mário Pedrosa
No júri de seleção: Bruno Giorgi, Ferreira Gullar, Lourival Gomes Machado
No júri de premiação: James Johnson Sweeney (museu Kunstammlung NRW, Düsseldorf)

“A 6ª edição, no entanto, não estava centrada apenas em aspectos museológicos e históricos. A Arte Contemporânea  foi reforçada, nesse ano, pela produção artística da União Soviética. A ideia inicial era organizar uma grande retrospectiva do suprematismo e do construtivismo da primeira fase da Revolução de 1917. Um desejo antigo do crítico Pedrosa. O projeto não se realizou por motivos burocráticos não explicados, embora se tivesse notícia de que essas obras estavam nos depósitos dos museus Tetriakov, em Moscou e no Ermitage, em Leningrado.” - Francisco Alambert e Polyana Canhête em "As bienais de São Paulo", p.110
… depois de a Bienal ter, em todas as suas edições anteriores, se dedicado á fazer um levantamento detalhado ( e, de novo, o mérito disso cabe sobretudo aos diretores e intelectuais ligados ao MAM) das origens e dos desdobramentos internacionais e nacionais do modernismo, o momento agora, segundo Pedrosa, seria de mostrar as origens das origens, ou seja: demonstrar o funcionamento da criação artística em sí mesma, em seus primórdios.” - Bienal 50 anos, p.87
5ª Bienal de São Paulo
31 2015
5ª Bienal de São Paulo
02 2014
6ª Bienal de São Paulo
19 2013
5ª Bienal de São Paulo
27 2013
5ª Bienal de São Paulo
03 2012
2ª Bienal de São Paulo
13 2012
5ª Bienal de São Paulo
28 2011
5ª Bienal de São Paulo
26 2011