Linguagens cada vez mais correntes na arte contemporânea global, a performance, o vídeo, o videotexto, as instalações e o happening deram o tom da 17ª Bienal. Foi instalada no andar térreo do pavilhão a rua Fluxus, um dos acontecimentos centrais da edição, que incluía ainda uma sala de documentos sobre o grupo – registros de Ben Vautier dormindo, Dick Higgins tocando piano ou Wolf Vostell durante uma ação em Nova York.

14 de outubro - 18 de dezembro de 1983

Presidente da Bienal: Luiz Diederichsen Villares
Curadoria-geral: Walter Zanini
No conselho de arte e cultura: Glauco Pinto de Moraes, Paulo Sérgio Duarte, Sheila Leirner
Curador das exposições: Arte e videotexto: Julio Plaza; Novas Metáforas/Seis Alternativas: Berta Sichel; Flavio de Carvalho: Walter Zanini e Rui Moreira Leite; Fluxus: Gino Di Maggio; Arte Plumária do Brasil: Norberto Nicola
Curadores de cinema: Agnaldo Farias, Samuel Eduardo Leon
Na comissão internacional para organização do núcleo 1: Pierre Gaudibert (França), Jürgen M. Harten (Alemanha), Walter Zanini

Exposições satélites e Salas especiais

  • Arte Plumária do Brasil
  • Pinturas Aborígenes do Deserto da Austrália Central
  • Salas especiais: Roberto Marinho, Picasso, Flávio de Carvalho, Marcel Duchamp, Daniel Durem

Cartaz da 17ª Bienal de São Paulo. Autores: Dario Chiaverini, Donato Ferrari e Antonio Celso Sparapan

  • Eventos paralelos

  • Cinema
  • Concerto Fluxus
  • Mostra Antropológica Pré-Colombiana
  • Mesa Redonda de Arquitetura
  • Exposição Figure, Fashion and Fantasy

Olhar Eletrônico visita a montagem da 17ª Bienal, em 1983, e entrevista Keith Haring

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