A 20ª Bienal foi concebida por um triunvirato: Carlos von Schmidt, Stella Teixeira de Barros e João Cândido Galvão. Descontinuando as proposições das últimas Bienais, a equipe retomou as premiações e o arranjo das representações nacionais em salas separadas. A representação brasileira foi considerada uma das mais consistentes em muito tempo.

Presidente da Bienal: Alex Periscinoto
Curadores: Carlos von Schmidt (Internacional), Stella Teixeira de Barros (Nacional), João Cândido Galvão (Eventos especiais)
No conselho de arte e cultura: Marcelo Grassmann, Gilberto Chateaubriand, Marcus Lontra, Paulo Herkenhoff
No júri de premiação: Jacques Leenhardt (França)

"Dessa vez, e após mais polêmicas internas e discussões, a bienal chegava à sua vigésima edição aos cuidados de três curadores. O novo “triunvirato curatorial” não mais organizaria as obras por analogias de linguagem, voltaria a ser dividida por nações e a atribuir prêmios. A vontade de fugir às bienais anteriores e posturas de seus curadores fica clara na afirmação de Schmidt de que o papel do curador não é decifrar a obra artística. (...) Histórica e contemporânea ao mesmo tempo. Era como se a Bienal estivesse à espera de algo mais. Naquele momento, em que no terreno político as coisas se radicalizavam - à esquerda, pela primeira vez, o Partido dos Trabalhadores ameaçava chegar ao poder; e à direita o brutalismo aventureiro da elite que apoiou Collor de Mello -, a década de 1980 se encerrava para a Bienal. a cultura, e o Brasil, estava suspensa, esperando uma nova definição". (Bienal 50 anos)
"Dois verbos definem e delimitam as propostas da Curadoria de Eventos Especiais da 20ª Bienal Internacional de São Paulo. Eles são SAIR e INTEGRAR. SAIR do prédio da Bienal para INTEGRAR toda a cidade numa grande celebração. SAIR das Artes Plásticas para INTEGRAR todas as áreas de expressão artística num grande festival de teatro, performance, dança, vídeo, eletrografia, computação, música, cinema interagindo para o enriquecimento de cada uma e de todas" (20BSP, Catálogo, Vol. 2, p. 7)
“Na mostra procurei apresentar as obras sem preocupação cronológica, mas de acordo com os principais materiais utilizados, frases de pesquisa do autor, que compõem um todo harmônico, equilibrado e representativo da cultura brasileira. Francisco Brennand se fará representar com obras esculturais “O cinto necessário” e “Pássaro” executados especialmente para o evento, que doou para a Fundação Bienal e para o povo de São Paulo.” - Cesar Luis Pires de Melo - Sala Victor Brecheret e Espaco Brennand
4ª Bienal de São Paulo
04 2013
5ª Bienal de São Paulo
03 2012
16ª Bienal de São Paulo
27 2012