Novo recorde de representações, 87 países aderiram ao tema proposto por Nelson Aguilar. Na ocasião, um Núcleo Histórico com ampla diversidade de países trouxe mais de duzentas gravuras de Francisco de Goya, ilustrou a obra póstuma de Jean-Michael Basquiat e apresentou o terceiro andar do pavilhão com 37 pinturas de Edvard Munch.

5 de outubro - 8 de dezembro de 1996

Presidente da Bienal: Edemar Cid Ferreira
Curador-geral: Nelson Aguilar
Curador-adjunto: Agnaldo Farias
Curadores da exposição Universalis: Tadayasu Sakai (Japão), Jean-Hubert Martin (França), Mari Carmen Ramírez (Porto Rico), Paul Schimmel (EUA), Katalin Néray (Hungria), Achille Bonito Oliva (Itália), Nelson Aguilar, Agnaldo Farias

Salas especiais

Andy Warhol, Anish Kappor, Arnulf Rainer, Cy Twombly, Edvard Munch, Gego, Goya, Jean-Michel Basquiat, Louise Bourgeois, Mestre Didi, Pablo Picasso, Paul Klee, Pedro Figari, Qiu Shihua, Rubem Valentim, Tomie Ohtake, Wifredo Lam, Wiig Hansen.

  • Eventos paralelos

  • 1º Concurso Arte em Selo
  • Universalis
  • Mapas Urbanos: atelier coletivo de pintura de outdoor (Paço das Artes)
  • Blind Alphabet – Williem Bashett
  • Matew Njui “Cordeiro”
  • Janka Videova Psani
  • Mostra Antarctica artes com a Folha
  • Projeto Foto-cênico Ri-Bienal
  • Jogo do Sofrimento e da esperança

Cartaz da 23ª Bienal de São Paulo. Autora: Louise Bourgeois

publicações

6ª Bienal de São Paulo
19 2013