Centrada no tema Iconografias metropolitanas, a 25ª Bienal tornou-se famosa pela presença numerosa de artistas brasileiros fora do eixo São Paulo - Rio de Janeiro. A nomeação do primeiro curador estrangeiro, o alemão Alfons Hug, causou polêmica em alguns setores, no entanto, a mostra recebeu excelente acolhida e bateu recorde de público, com 668.428 visitantes.

23 de março - 2 de junho de 2002

Presidente da Bienal: Carlos Bratke
Curador-geral: Alfons Hug
Curador da representação nacional: Agnaldo Farias

Salas especiais

12ª Cidade, Andreas Gursky, Carlos Fajardo, Iconografias Metropolitanas (Moscou, Istanbul, Johanesburgo, São Paulo, Tóquio, Pequim, Berlim, Nova York, Londres, Sidney, Caracas), Jeff Koons, Julião Sarmento, Karin Lambrecht, Nelson Leirner, Rubens Mano, Sean Scully, Thomas Ruff, Vanessa Beecroft.

  • Exposição satélite

  • Brasília, Ruína e Utopia

Cartaz da 25ª Bienal de São Paulo. Autores: Benjamin Yung e Guilherme Facci

  • Eventos paralelos

  • Concurso de cartazes
  • Video Arte Africana
  • Concurso Arte na folhinha
  • Projeto Educação Especial: Diversidade II (monitoria especial)
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