Com novo fôlego promovido por uma direção institucional comprometida com a renovação da Fundação, a Bienal inaugurou sua 29ª edição apostando no estabelecimento de um projeto educativo permanente e numa ampla programação paralela. Privilegiando obras de cunho político, a curadoria de Agnaldo Farias e Moacir dos Anjos trouxe 159 artistas ao pavilhão e destinou cerca de quatrocentas atividades a seis espaços conceituais intitulados terreiros. No imprensa, causou discussão a instalação Bandeira branca, de Nuno Ramos, com urubus vivos voando acompanhados por uma montagem de sons do cancioneiro nacional.

25 de setembro - 12 de dezembro de 2010

Presidente da Bienal: Heitor Martins
Curadores-chefes: Agnaldo Farias e Moacir dos Anjos
Curadores-convidados: Chus Martinez (Espanha), Fernando Alvim (Angola), Rina Carvajal (Venezuela), Sarat Maharaj (África do Sul/Inglaterra), Yuko Hasegawa (Japão)

  • Terreiros

  • *curadoria de Pedro França
  • A pele do invisível: Tobias Putrih
  • Dito não dito interdito: Kboco e Roberto Loeb
  • Eu sou a rua: Unstudio
  • Lembrança e esquecimento: Ernesto Neto
  • Longe daqui, aqui mesmo: Marilá Dardot e Fabio Moraes
  • O outro, o mesmo: Carlos Teixeira

Cartaz da 29ª Bienal de São Paulo. Autores: André Stolarski, Aninha de Carvalho e Felipe Kaizer

Obra de destaque: Circle of Animals (2010) Ai Weiwei

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