Cinema Bienal – Série Histórias da Bienal – Episódios 3 e 4
Pavilhão Ciccillo Matarazzo
Auditório, 3º pavimento
Parque Ibirapuera, portão 3
São Paulo, SP
sexta-feira, 15h – 17h
A Fundação Bienal de São Paulo apresenta, por meio do Cinema Bienal, os episódios 3 e 4 da série Histórias da Bienal. Com seis episódios de 30 minutos cada um, a série reforça o compromisso do canal e da Fundação Bienal de São Paulo com a formação do público. A parceria que resultou na série conta com patrocínio da Bloomberg. Os episódios serão exibidos no auditório do terceiro pavimento no dia 17 de outubro de 2025, das 15h às 17h.
A programação faz parte do Cinema Bienal – o auditório do terceiro pavimento do Pavilhão Ciccillo Matarazzo foi renovado com novos equipamentos como projetores, cortinas e isolamento acústico para tornar-se uma sala de cinema, por meio da Lei Paulo Gustavo.
Episódio 3: O Poder do Curador
O terceiro episódio da série Histórias da Bienal mostra como o papel e a figura do curador vêm mudando ao longo dos anos. A primeira Bienal a ter um curador foi a 16ª, em 1981, com Walter Zanini. Nos anos 90, esse profissional chegou a ser tido como um “todo-poderoso”, capaz de alavancar ou afundar carreiras. Mas, hoje, uma atitude centralizadora faz cada vez menos sentido. Participam do programa: os artistas Carmela Gross e Cildo Meireles, a curadora da 27ª Bienal de São Paulo, Lisette Lagnado, e o coletivo curatorial da 35ª Bienal de São Paulo, com Diane Lima, Grada Kilomba, Hélio Menezes e Manuel Borja-Villel.
Episódio 4: Outras Histórias
Neste episódio de Histórias da Bienal, vamos abordar como tem crescido a necessidade de se adotar outras narrativas e perspectivas na arte, além da visão ocidental e europeia, até pouco tempo uníssona na história. Os artistas Cildo Meireles e Regina Silveira relembram suas participações na 24ª Bienal de São Paulo, em 1998, que sugeriu o conceito antropofágico como elemento formador da identidade cultural brasileira. A fotógrafa Maureen Bisilliat fala da sala “Xingu Terra”, que ela assinou com o sertanista Orlando Villas Bôas e o cacique Aritana Yawalapiti na 13ª Bienal de São Paulo, em 1975. E os artistas Daiara Tukano e Gustavo Caboco dizem por que a 34ª edição, em 2021, ficou conhecida como a “Bienal dos Índios”, alcunha dada pelo amigo Jaider Esbell.
Serviço
Cinema Bienal – Série Histórias da Bienal – Episódios 3 e 4
17 out 2025
sex, 15h – 17h
Pavilhão Ciccillo Matarazzo
Auditório, 3º pavimento
Parque Ibirapuera, portão 3
São Paulo, SP
entrada gratuita