• Acessibilidade
      Fonte
    • A+
    • Aa


  • Agenda
  • Busca
  • pt
    • en
  • Bienal
  • fundação
  • bienal a bienal
  • Agenda
  • +bienal
  • biblioteca
  • Arquivo Histórico
  • 70 anos
  • apoie
  • café bienal
  • transparência
  • relatório de gestão 2022-2023
  • Imprensa
  • contato
  • identidade visual
  • trabalhe conosco
Home Notícias Arquivo Fashion

23 jan 2012

Arquivo Fashion

Um ensaio de moda da década de 1950 apresenta fotografias que passaram pela chamada 'síndrome do vinagre'

Um ensaio de moda na Bienal deixou fotografias, reproduzidas digitalmente durante o Projeto de Preservação da Coleção Fotográfica do Arquivo da Bienal, em 2008. As fotografias passaram pela chamada síndrome do vinagre, sendo que, antes, não possuíam nenhuma ampliação ou cópia contato que possibilitassem ver o seu conteúdo.

A síndrome do vinagre é um processo de deterioração característico de filmes em acetato de celulose. Entre suas manifestações estão a deformação acentuada com forte encolhimento da base fílmica, a formação de canais de ar e bolhas, o surgimento de manchas azuis ou rosas em decorrência da ativação da camada anti-halo e o forte odor ácido, que dá nome à síndrome.

As fotos a seguir, da década de 1950, estavam acondicionadas ainda enroladas em uma lata metálica de filme cinematográfico. Com a ação da temperatura e umidade elevadas, além da forma de acondicionamento do material, desenvolveu-se a síndrome do vinagre, que é um processo autocatalítico: o ácido eliminado pelo filme acentua o processo de degradação.

Após passarem por tratamento documental, as imagens foram higienizadas e acondicionadas em envelopes ou bifólios de papel neutro e caixas rígidas com aberturas para ventilação e reproduzidas digitalmente em alta definição.

Leia também


Acessar +bienal
Uma pessoa com cabelo curto e encaracolado, vestindo uma camisa branca, um colete estampado e calças largas escuras, está em meio a uma instalação de arte. A instalação apresenta inúmeras hastes de metal escuras e retorcidas, semelhantes a raízes ou galhos, que cobrem o chão e se elevam ao redor da pessoa. Cortinas altas, de cor laranja claro, estão ao fundo.
A artista Rebeca Carapiá em frente à sua obra durante o coquetel de abertura da 36ª Bienal de São Paulo© Levi Fanan / Fundação Bienal de São Paulo
Entrevistas11 jun 2026

Como criar raízes aéreas: entrevista com Rebeca Carapiá

As palmeiras-andantes conhecidas como paxiúbas (Socratea exorrhiza) foram as companheiras de Rebeca Carapiá nos dias que passou ao longo do rio Tupana, na bacia Amazônica. Em aço, carbono e cobre, a artista passou meses fundindo uma floresta de esculturas em torno de uma experiência sobre linguagem, transformação, andança, corpo, vida e morte. Suas obras agora integram a mostra itinerante da 36ª Bienal em Santos. Leia o depoimento completo da artista.

Saber mais
Foto da equipe curatorial da 37ª Bienal, que é composta de nove pessoas, todas de pé, uma ao lado da outra, diante do vão central do Pavilhão da Bienal, um prédio branco, com rampas curvadas, uma coluna central e outras laterais. As pessoas são de diversas cores, etnias e idades, e estão todas usando roupas com tons escuros, e sorriem.
Da esquerda para a direita: Rado Ištok, Mayara Carvalho, Amanda Carneiro, Ryan Inouye, Yina Jiménez Suriel, Ana Salazar Herrera, Amanda Tavares, Raphael Fonseca e Léuli Eshrāghi, a equipe curatorial da 37ª Bienal de São Paulo© Camila Tuon / Fundação Bienal de São Paulo
Notícias2 jun 2026

Fundação Bienal de São Paulo anuncia a equipe curatorial da 37ª Bienal de São Paulo

A equipe curatorial formada pelos curadores-chefes Amanda Carneiro e Raphael Fonseca é composta por nove profissionais de todo o globo.

Saber mais
Vista de obra de Sérgio Soarez na 36ª Bienal de São Paulo © Julia Bolliger Murari / Fundação Bienal de São Paulo
Entrevistas20 maio 2026

O artista griô que dialoga com a ancestralidade: entrevista com Sérgio Soarez

Através da assemblage, Sérgio Soarez faz com que objetos de ferro – chaves, facas, brocas, alicates, ferramentas ou armas enferrujadas – e de madeira – peanhas, rocalhas, tábuas simples ou adornos – coabitem, alinhando diferentes vidas, tempos e usos cujos vestígios estão marcados em seus corpos. Suas obras agora integram a mostra itinerante da 36ª Bienal em Brasília. Leia abaixo o depoimento do artista.

Saber mais

Newsletter

Receba a Newsletter da Bienal

Bienal

  • Fundação
  • Bienal a Bienal
  • Agenda
  • +bienal
  • Biblioteca
  • 70 anos
  • Arquivo Histórico
  • Apoie
  • Trabalhe conosco
  • Café Bienal
  • Transparência
  • Relatório de Gestão 2022-2023

  • Contato
  • Identidade Visual

Fundação Bienal de São Paulo

Av. Pedro Álvares Cabral, s/n - Moema CEP 04094-050 / São Paulo - SP

Contato

+55 11 5576.7600 contato@bienal.org.br

Privacidade
•
Termos de uso
Copyright © 2026 Bienal de São Paulo
Ao clicar em "Concordar", você concorda com uso de cookies para melhorar e personalizar sua experiência, bem como nossa Política de Privacidade. Ver a Política de Privacidade*.
Concordar