• Acessibilidade
      Fonte
    • A+
    • Aa


  • Agenda
  • Busca
  • pt
    • en
  • Bienal
  • fundação
  • bienal a bienal
  • Agenda
  • +bienal
  • biblioteca
  • Arquivo Histórico
  • 70 anos
  • apoie
  • café bienal
  • transparência
  • relatório de gestão 2022-2023
  • Imprensa
  • contato
  • identidade visual
  • trabalhe conosco
Home Notícias Jochen Volz apresenta primeiros conceitos e equipe curatorial

4 fev 2015

Jochen Volz apresenta primeiros conceitos e equipe curatorial

O curador Jochen Volz
O curador Jochen Volz Crédito: Divulgação

A 32ª Bienal de São Paulo tem datas definidas: 7 de setembro a 11 de dezembro de 2016. O curador Jochen Volz já apresentou os primeiros conceitos de seu trabalho, além da equipe internacional escalada para assessorá-lo na concepção da mostra, composta por Gabi Ngcobo (África do Sul), Júlia Rebouças (Brasil), Lars Bang Larsen (Dinamarca) e Sofía Olascoaga (México).

Em consonância com questões que norteiam a produção artística atual e amparado por visitas reiteradas a ateliês de artistas, exposições e galerias, Jochen propõe o conceito de “medidas da incerteza”, capaz de aglutinar diferentes tópicos e preocupações da atualidade.

Medidas da Incerteza

Inspirado por disciplinas que vão da termodinâmica à teoria da informação, Volz parte do conceito de “incerteza” e “entropia” para pensar a “proximidade que um sistema está do equilíbrio ou da desordem”, lembrando que tentativas de quantificação da incerteza podem ser encontradas em muitas disciplinas, da matemática à astronomia, passando pela lingüística, biologia, sociologia, antropologia e história.

De acordo com Volz, a arte, diferentemente de outras disciplinas, aponta para a desordem no sistema, levando em conta a ambigüidade e a contradição. Trata-se, nesse caso, de contar o incontável ou mensurar o imensurável. Justamente por ser uma disciplina especulativa, a arte pode fornecer estratégias para a vida em uma era de incerteza.

“Temos consciência de que as formas clássicas de deliberação e tomada de decisões governamentais começaram progressivamente a fracassar, que valores há muito vigentes se dissolvem e que algumas de nossas premissas éticas básicas estão sendo violadas em diversas partes do planeta”, escreve o curador. “Podemos afirmar com certeza que a incerteza presidirá as futuras décadas, quer se trate dos eventos escatológicos que alguns prevêem para o futuro próximo ou as crises e mudanças sociais, ecológicas, econômicas e políticas por que o mundo está passando.”

Temas para reflexão e trabalho

A partir dessa primeira premissa, temas como Subjetividade, Fantasmas, Inteligência Coletiva, Sinergia, Ecologia e Medo estruturarão o desenvolvimento da proposta curatorial, procurando estabelecer um díalogo com grandes questões da atualidade: mudança climática, perda da diversidade, a extinção, igualdade social, diferenças culturais, exaustão do capitalismo e da governança tradicional de cima para baixo, e também os mitos, tradições, linguagem e modelos alternativos de educação.

Residências e Wokshops

Residências e Bolsas de Pesquisa no Brasil e no exterior possibilitarão que artistas convidados desenvolvam projetos específicos em contato estreito com correspondentes e especialistas associados de muitos campos. Uma série de Programas e Seminários Públicos será organizada ao longo do ano de 2016 para apresentar e discutir tematicamente os aspectos chaves do projeto global, entre várias disciplinas e formas de arte. Parte dos trabalhos comissionados serão obras digitais, projetos que poderão ser vivenciados online por qualquer pessoa. A proximidade dos processos de produção resultará em uma exposição que permanecerá mais próxima dos sítios de criação e educação (o ateliê, a oficina).

Seguindo a iniciativa da 31ª Bienal de São Paulo, também em 2016 será organizado um Workshop Curatorial, aberto a artistas, curadores, críticos e outros profissionais. A equipe curatorial da 32ª Bienal de São Paulo, em conjunto com especialistas nacionais e internacionais, desenvolverá o programa de estudos e realizará os encontros.

Leia também


Acessar +bienal
Uma pessoa com cabelo curto e encaracolado, vestindo uma camisa branca, um colete estampado e calças largas escuras, está em meio a uma instalação de arte. A instalação apresenta inúmeras hastes de metal escuras e retorcidas, semelhantes a raízes ou galhos, que cobrem o chão e se elevam ao redor da pessoa. Cortinas altas, de cor laranja claro, estão ao fundo.
A artista Rebeca Carapiá em frente à sua obra durante o coquetel de abertura da 36ª Bienal de São Paulo© Levi Fanan / Fundação Bienal de São Paulo
Entrevistas11 jun 2026

Como criar raízes aéreas: entrevista com Rebeca Carapiá

As palmeiras-andantes conhecidas como paxiúbas (Socratea exorrhiza) foram as companheiras de Rebeca Carapiá nos dias que passou ao longo do rio Tupana, na bacia Amazônica. Em aço, carbono e cobre, a artista passou meses fundindo uma floresta de esculturas em torno de uma experiência sobre linguagem, transformação, andança, corpo, vida e morte. Suas obras agora integram a mostra itinerante da 36ª Bienal em Santos. Leia o depoimento completo da artista.

Saber mais
Foto da equipe curatorial da 37ª Bienal, que é composta de nove pessoas, todas de pé, uma ao lado da outra, diante do vão central do Pavilhão da Bienal, um prédio branco, com rampas curvadas, uma coluna central e outras laterais. As pessoas são de diversas cores, etnias e idades, e estão todas usando roupas com tons escuros, e sorriem.
Da esquerda para a direita: Rado Ištok, Mayara Carvalho, Amanda Carneiro, Ryan Inouye, Yina Jiménez Suriel, Ana Salazar Herrera, Amanda Tavares, Raphael Fonseca e Léuli Eshrāghi, a equipe curatorial da 37ª Bienal de São Paulo© Camila Tuon / Fundação Bienal de São Paulo
Notícias2 jun 2026

Fundação Bienal de São Paulo anuncia a equipe curatorial da 37ª Bienal de São Paulo

A equipe curatorial formada pelos curadores-chefes Amanda Carneiro e Raphael Fonseca é composta por nove profissionais de todo o globo.

Saber mais
Vista de obra de Sérgio Soarez na 36ª Bienal de São Paulo © Julia Bolliger Murari / Fundação Bienal de São Paulo
Entrevistas20 maio 2026

O artista griô que dialoga com a ancestralidade: entrevista com Sérgio Soarez

Através da assemblage, Sérgio Soarez faz com que objetos de ferro – chaves, facas, brocas, alicates, ferramentas ou armas enferrujadas – e de madeira – peanhas, rocalhas, tábuas simples ou adornos – coabitem, alinhando diferentes vidas, tempos e usos cujos vestígios estão marcados em seus corpos. Suas obras agora integram a mostra itinerante da 36ª Bienal em Brasília. Leia abaixo o depoimento do artista.

Saber mais

Newsletter

Receba a Newsletter da Bienal

Bienal

  • Fundação
  • Bienal a Bienal
  • Agenda
  • +bienal
  • Biblioteca
  • 70 anos
  • Arquivo Histórico
  • Apoie
  • Trabalhe conosco
  • Café Bienal
  • Transparência
  • Relatório de Gestão 2022-2023

  • Contato
  • Identidade Visual

Fundação Bienal de São Paulo

Av. Pedro Álvares Cabral, s/n - Moema CEP 04094-050 / São Paulo - SP

Contato

+55 11 5576.7600 contato@bienal.org.br

Privacidade
•
Termos de uso
Copyright © 2026 Bienal de São Paulo
Ao clicar em "Concordar", você concorda com uso de cookies para melhorar e personalizar sua experiência, bem como nossa Política de Privacidade. Ver a Política de Privacidade*.
Concordar