• Acessibilidade
      Fonte
    • A+
    • Aa


  • Agenda
  • Busca
  • pt
    • en
  • Bienal
  • fundação
  • bienal a bienal
  • Agenda
  • +bienal
  • biblioteca
  • Arquivo Histórico
  • 70 anos
  • apoie
  • café bienal
  • transparência
  • relatório de gestão 2022-2023
  • Imprensa
  • contato
  • identidade visual
  • trabalhe conosco
Home Notícias Museu Vassouras recebe obra do Instituto Sertão Negro apresentada na 36ª Bienal de São Paulo

17 ago 2026

Museu Vassouras recebe obra do Instituto Sertão Negro apresentada na 36ª Bienal de São Paulo

Pessoas reunidas assistindo uma palestra com cinco palestrantes.
Registro da ativação Sertão em nós: Reverberações do programa de residência artística do Sertão Negro durante a 36ª Bienal de São Paulo © Levi Fanan / Fundação Bienal de São Paulo

 

Acontece, em 26 de setembro, a abertura da instalação Sertões: diálogos da 36ª Bienal de São Paulo, no Museu Vassouras, em Vassouras (RJ), onde permanece até 4 de abril de 2027, com entrada gratuita. O projeto resulta de uma parceria direta entre o Museu, a Fundação Bienal de São Paulo, o Instituto Sertão Negro e o Instituto Inhotim, e marca a primeira vez que a obra é apresentada fora do Pavilhão Ciccillo Matarazzo.

A instalação propõe uma expansão do projeto que o Instituto Sertão Negro desenvolveu para a 36ª Bienal de São Paulo – Nem todo viandante anda estradas – Da humanidade como prática, com curadoria geral de Bonaventure Soh Bejeng Ndikung. Concebida como uma dimensão coletiva do tradicional caderno de artista, a obra reúne produções de artistas, moradores, residentes e colaboradores do ateliê em diálogo com registros e objetos da comunidade quilombola Kalunga (GO), maior território quilombola em extensão do país. 

No Pavilhão Ciccillo Matarazzo, o Sertão Negro se manifestou como espaço ativo: uma parede de taipa abrigou oficinas de botânica e práticas de cozinha, duas vitrines articulavam a história do projeto e seus processos em curso, e uma programação pública com ateliês abertos e cineclube se estendia ao Parque Ibirapuera. Em Vassouras, essa experiência ganha novos contornos.

Um de seus momentos centrais em Vassouras será a construção de uma parede de taipa de mão, técnica tradicional de bioconstrução em barro, realizada de forma colaborativa por integrantes do Quilombo Kalunga (GO) e do Quilombo São José da Serra, em Valença (RJ), aproximando saberes ancestrais de duas comunidades quilombolas de diferentes regiões do Brasil.

A instalação também reúne imagens produzidas nas décadas de 1980 e 1990 e áudios com depoimentos de lideranças e guardiões da memória Kalunga, entre eles Deuselina Maia, Sirilo dos Santos Rosa e Procópia dos Santos Rosa, articulando memória, território, ancestralidade e práticas coletivas. O vídeo Óta Layó, de Dalton Paula, comissionado pelo Instituto Inhotim, integra a mostra e poderá ser visto pela primeira vez fora da instituição.

“A parceria entre a Fundação Bienal de São Paulo e o Museu Vassouras, bem como com o Instituto Sertão Negro e o Instituto Inhotim, é um exemplo do que se atinge quando instituições com missões complementares se encontram em torno de um projeto comum. É assim que a arte contemporânea amplia seu alcance e encontra novos públicos”, afirma Andrea Pinheiro, presidente da Fundação Bienal de São Paulo.

Também no dia 26 de setembro, o Museu Vassouras inaugura Vozes do Vale, exposição construída a partir de pesquisa documental realizada com moradores da região, com obras de Luiz Zerbini, Minerva Cuevas e Rose Afefé.

“Receber simultaneamente Sertões: diálogos da 36ª Bienal de São Paulo e Vozes do Vale representa um momento muito importante para o Museu Vassouras. As duas exposições partem dos territórios e dos saberes construídos coletivamente. A instalação desenvolvida pelo Instituto Sertão Negro, em diálogo com lideranças e mestres da cultura do Quilombo Kalunga, ganha um novo significado ao reunir, em Vassouras, integrantes do Quilombo Kalunga e do Quilombo São José da Serra na construção conjunta da obra. É um marco na valorização dos conhecimentos e tecnologias tradicionais”, afirma Catarina Duncan, diretora artística do Museu Vassouras.

 

Serviço
Sertões: diálogos da 36ª Bienal de São Paulo e Vozes do Vale
26 set – 4 abr 2027
qui – dom, 10h – 18h
Rua Luís Pereira Werneck, 64
Praça Barão de Campo Belo, Centro
Vassouras, RJ
entrada gratuita
museuvassouras.org.br

Leia também


Acessar +bienal
Uma grande escultura que lembra um tronco de árvore com raízes, feita de longas tiras de tecido suspensas em tons de marrom, laranja e amarelo. Em sua base, várias pedras naturais estão dispostas sobre pequenas placas escuras no piso de concreto de uma galeria.
Vista de Terra viva, de Marlene Almeida, durante a 36ª Bienal de São Paulo© Natt Fejfar / Fundação Bienal de São Paulo
23 jul 2026

Terra viva: entrevista com Marlene Almeida

Amostras de terra coletadas em diferentes regiões brasileiras são processadas como pigmentos ou mantidas brutas em uma espécie de laboratório. Uma escultura composta por longas faixas de tecido tingidas com pigmentos naturais remete a uma rocha ou um aglomerado de trilhas a serem percorridas. A técnica e a poética são aliadas em Terra viva, de Marlene Almeida, instalação criada especialmente para a 36ª Bienal de São Paulo. A obra agora integra a mostra itinerante da Bienal em Fortaleza. Leia o depoimento da artista.

Saber mais
Foto de pessoas andando por um espaço expositivo com fotos e pinturas.
Vista da itinerância da 36ª Bienal de São Paulo no Museu de Arte Contemporânea de Goiás, em Goiânia© Paulo Rezende / Fundação Bienal de São Paulo
Notícias7 jul 2026

Programa de mostras itinerantes da 36ª Bienal avança pelo Brasil e chega ao exterior

Com cinco itinerâncias da 36ª Bienal de São Paulo – Nem todo viandante anda estradas – Da humanidade como prática em curso no país, a Fundação Bienal de São Paulo anuncia as próximas etapas do programa, que seguirá por mais seis cidades brasileiras e por três do exterior nos próximos meses, alcançando quinze territórios em 2026.

Saber mais
Uma pessoa com cabelo curto e encaracolado, vestindo uma camisa branca, um colete estampado e calças largas escuras, está em meio a uma instalação de arte. A instalação apresenta inúmeras hastes de metal escuras e retorcidas, semelhantes a raízes ou galhos, que cobrem o chão e se elevam ao redor da pessoa. Cortinas altas, de cor laranja claro, estão ao fundo.
A artista Rebeca Carapiá em frente à sua obra durante o coquetel de abertura da 36ª Bienal de São Paulo© Levi Fanan / Fundação Bienal de São Paulo
Entrevistas11 jun 2026

Como criar raízes aéreas: entrevista com Rebeca Carapiá

As palmeiras-andantes conhecidas como paxiúbas (Socratea exorrhiza) foram as companheiras de Rebeca Carapiá nos dias que passou ao longo do rio Tupana, na bacia Amazônica. Em aço, carbono e cobre, a artista passou meses fundindo uma floresta de esculturas em torno de uma experiência sobre linguagem, transformação, andança, corpo, vida e morte. Suas obras agora integram a mostra itinerante da 36ª Bienal em Santos. Leia o depoimento completo da artista.

Saber mais

Newsletter

Receba a Newsletter da Bienal

Bienal

  • Fundação
  • Bienal a Bienal
  • Agenda
  • +bienal
  • Biblioteca
  • 70 anos
  • Arquivo Histórico
  • Apoie
  • Trabalhe conosco
  • Café Bienal
  • Transparência
  • Relatório de Gestão 2022-2023

  • Contato
  • Identidade Visual

Fundação Bienal de São Paulo

Av. Pedro Álvares Cabral, s/n - Moema CEP 04094-050 / São Paulo - SP

Contato

+55 11 5576.7600 contato@bienal.org.br

Privacidade
•
Termos de uso
Copyright © 2026 Bienal de São Paulo
Ao clicar em "Concordar", você concorda com uso de cookies para melhorar e personalizar sua experiência, bem como nossa Política de Privacidade. Ver a Política de Privacidade*.
Concordar