• Acessibilidade
      Fonte
    • A+
    • Aa


  • Agenda
  • Busca
  • pt
    • en
  • Bienal
  • fundação
  • bienal a bienal
  • Agenda
  • +bienal
  • biblioteca
  • Arquivo Histórico
  • 70 anos
  • apoie
  • café bienal
  • transparência
  • relatório de gestão 2022-2023
  • Imprensa
  • contato
  • identidade visual
  • trabalhe conosco
Home Notícias Prabhakar Pachpute

22 jan 2014

Prabhakar Pachpute

Canary in a Coalmine (detalhe), 2012, Clark House, Bombay, Índia, exposta na mostra Black+White

Chandrapur (Maharashtra, Índia), região onde Prabhakar Pachpute nasceu e cresceu é conhecida como “a cidade do ouro negro”. Sua família trabalhou por três gerações em uma das minas mais antigas do país. O artista graduou-se em 2009 em Artes Plásticas pela I.K.S. University, Khairagarh (Chhattisgarh, Índia) e obteve título de mestre pela Maharaja Sayajirao University of Baroda (Gujrat, Índia) em 2011. Expôs intensivamente na Índia e, em 2013, participou da mosta Black and White, no Van Abbemuseum, Eindhoven (Holanda), curada por Galit Eilat.

Dust Bowl in Our hands, 2013

As obras de Prabhakar Pachpute tratam das vidas dos mineiros de carvão e de suas questões e lutas trabalhistas em geral, e procuram transmitir o trauma sublime e o impacto psicológico de se trabalhar nas entranhas da terra. “Mesmo em seu tempo livre, estes trabalhadores se encontram em um estado de ansiedade permanente e sentem suas vidas desmoronando – consequência de morarem em cima das minas onde trabalham”. Outra preocupação demonstrada pela obra do artista é a situação das comunidades agrícolas em torno desta área, já que, cada vez mais, terras são adquiridas para mineração e industrialização e os agricultores que nelas viviam encontram-se sem outras opções de subsistência.

Recentemente, Pachpute tem explorado novos métodos de desenho, expandindo os limites por meio do uso de lâmpadas e suas sombras. No primeiro semestre de 2014, estará em residência no Brasil, para a ocasião da 31ª Bienal de São Paulo. A vida dos mineiros de carvão que trabalham no interior do estado de Minas Gerais são o foco principal de seus estudos.

por Julia Bolliger Murari
imagens: Divulgação

Leia também


Acessar +bienal
Foto de pessoas andando por um espaço expositivo com fotos e pinturas.
Vista da itinerância da 36ª Bienal de São Paulo no Museu de Arte Contemporânea de Goiás, em Goiânia© Paulo Rezende / Fundação Bienal de São Paulo
Notícias7 jul 2026

Programa de mostras itinerantes da 36ª Bienal avança pelo Brasil e chega ao exterior

Com cinco itinerâncias da 36ª Bienal de São Paulo – Nem todo viandante anda estradas – Da humanidade como prática em curso no país, a Fundação Bienal de São Paulo anuncia as próximas etapas do programa, que seguirá por mais seis cidades brasileiras e por três do exterior nos próximos meses, alcançando quinze territórios em 2026.

Saber mais
Uma pessoa com cabelo curto e encaracolado, vestindo uma camisa branca, um colete estampado e calças largas escuras, está em meio a uma instalação de arte. A instalação apresenta inúmeras hastes de metal escuras e retorcidas, semelhantes a raízes ou galhos, que cobrem o chão e se elevam ao redor da pessoa. Cortinas altas, de cor laranja claro, estão ao fundo.
A artista Rebeca Carapiá em frente à sua obra durante o coquetel de abertura da 36ª Bienal de São Paulo© Levi Fanan / Fundação Bienal de São Paulo
Entrevistas11 jun 2026

Como criar raízes aéreas: entrevista com Rebeca Carapiá

As palmeiras-andantes conhecidas como paxiúbas (Socratea exorrhiza) foram as companheiras de Rebeca Carapiá nos dias que passou ao longo do rio Tupana, na bacia Amazônica. Em aço, carbono e cobre, a artista passou meses fundindo uma floresta de esculturas em torno de uma experiência sobre linguagem, transformação, andança, corpo, vida e morte. Suas obras agora integram a mostra itinerante da 36ª Bienal em Santos. Leia o depoimento completo da artista.

Saber mais
Foto da equipe curatorial da 37ª Bienal, que é composta de nove pessoas, todas de pé, uma ao lado da outra, diante do vão central do Pavilhão da Bienal, um prédio branco, com rampas curvadas, uma coluna central e outras laterais. As pessoas são de diversas cores, etnias e idades, e estão todas usando roupas com tons escuros, e sorriem.
Da esquerda para a direita: Rado Ištok, Mayara Carvalho, Amanda Carneiro, Ryan Inouye, Yina Jiménez Suriel, Ana Salazar Herrera, Amanda Tavares, Raphael Fonseca e Léuli Eshrāghi, a equipe curatorial da 37ª Bienal de São Paulo© Camila Tuon / Fundação Bienal de São Paulo
Notícias2 jun 2026

Fundação Bienal de São Paulo anuncia a equipe curatorial da 37ª Bienal de São Paulo

A equipe curatorial formada pelos curadores-chefes Amanda Carneiro e Raphael Fonseca é composta por nove profissionais de todo o globo.

Saber mais

Newsletter

Receba a Newsletter da Bienal

Bienal

  • Fundação
  • Bienal a Bienal
  • Agenda
  • +bienal
  • Biblioteca
  • 70 anos
  • Arquivo Histórico
  • Apoie
  • Trabalhe conosco
  • Café Bienal
  • Transparência
  • Relatório de Gestão 2022-2023

  • Contato
  • Identidade Visual

Fundação Bienal de São Paulo

Av. Pedro Álvares Cabral, s/n - Moema CEP 04094-050 / São Paulo - SP

Contato

+55 11 5576.7600 contato@bienal.org.br

Privacidade
•
Termos de uso
Copyright © 2026 Bienal de São Paulo
Ao clicar em "Concordar", você concorda com uso de cookies para melhorar e personalizar sua experiência, bem como nossa Política de Privacidade. Ver a Política de Privacidade*.
Concordar