• Acessibilidade
      Fonte
    • A+
    • Aa


  • Agenda
  • Busca
  • pt
    • en
  • Bienal
  • fundação
  • bienal a bienal
  • Agenda
  • +bienal
  • biblioteca
  • Arquivo Histórico
  • 70 anos
  • apoie
  • café bienal
  • transparência
  • relatório de gestão 2022-2023
  • Imprensa
  • contato
  • identidade visual
  • trabalhe conosco
Home Notícias Programa de mostras itinerantes da 36ª Bienal avança pelo Brasil e chega ao exterior

7 jul 2026

Programa de mostras itinerantes da 36ª Bienal avança pelo Brasil e chega ao exterior

Vista da itinerância da 36ª Bienal de São Paulo no Museu de Arte Contemporânea de Goiás, em Goiânia
Vista da itinerância da 36ª Bienal de São Paulo no Museu de Arte Contemporânea de Goiás, em Goiânia © Paulo Rezende / Fundação Bienal de São Paulo

 

Com cinco itinerâncias da 36ª Bienal de São Paulo – Nem todo viandante anda estradas – Da humanidade como prática em curso no país, a Fundação Bienal de São Paulo anuncia as próximas etapas do programa, que seguirá por mais seis cidades brasileiras e por três do exterior nos próximos meses, alcançando quinze territórios em 2026.

Desde março, a exposição circulou pelo Museu de Arte Contemporânea de Goiás, em Goiânia; pelo Museu de Arte do Rio (MAR), no Rio de Janeiro; pelo Museu Oscar Niemeyer (MON), em Curitiba; pela Pinacoteca do Ceará, em Fortaleza; pelo Museu Nacional da República, em Brasília; e pelo Sesc Santos, em Santos.

O programa segue com novas aberturas previstas na Oficina Brennand, em Recife, e em São José do Rio Preto, em parceria com o Sesc São Paulo, em agosto; no Museu Nacional da Cultura Afro-Brasileira (MUNCAB), em Salvador, no Museu de Arte de Belém (MABE), em Belém, e no Cais das Artes, em Vitória, em setembro; e no Palácio das Artes, em Belo Horizonte, em outubro.

No circuito internacional, a 36ª Bienal de São Paulo chega pela primeira vez à Cidade do México, no Museo Tamayo, e a Berlim, onde a mostra será recebida pelo Haus der Kulturen der Welt (HKW). O percurso internacional se completa com Santiago, no Chile, no Centro Cultural La Moneda.

Ao longo dos anos, as itinerâncias tornaram-se uma extensão fundamental da Bienal de São Paulo, permitindo que fragmentos curatoriais da exposição dialoguem com contextos locais diversos, ativem novas leituras e construam relações duradouras com instituições e públicos fora do eixo expositivo do Pavilhão Ciccillo Matarazzo. Na 36ª edição, esse movimento ganha novos territórios.

Leia também


Acessar +bienal
Pessoas reunidas assistindo uma palestra com cinco palestrantes
Registro da ativação Sertão em nós: Reverberações do programa de residência artística do Sertão Negro durante a 36ª Bienal de São Paulo© Levi Fanan / Fundação Bienal de São Paulo
Notícias17 ago 2026

Museu Vassouras recebe obra do Instituto Sertão Negro apresentada na 36ª Bienal de São Paulo

Pela primeira vez, integrantes dos quilombos Kalunga e São José da Serra constroem juntos a obra Sertões; concomitantemente, o museu inaugura Vozes do Vale, com Luiz Zerbini, Minerva Cuevas e Rose Afefé.

Saber mais
Uma grande escultura que lembra um tronco de árvore com raízes, feita de longas tiras de tecido suspensas em tons de marrom, laranja e amarelo. Em sua base, várias pedras naturais estão dispostas sobre pequenas placas escuras no piso de concreto de uma galeria.
Vista de Terra viva, de Marlene Almeida, durante a 36ª Bienal de São Paulo© Natt Fejfar / Fundação Bienal de São Paulo
23 jul 2026

Terra viva: entrevista com Marlene Almeida

Amostras de terra coletadas em diferentes regiões brasileiras são processadas como pigmentos ou mantidas brutas em uma espécie de laboratório. Uma escultura composta por longas faixas de tecido tingidas com pigmentos naturais remete a uma rocha ou um aglomerado de trilhas a serem percorridas. A técnica e a poética são aliadas em Terra viva, de Marlene Almeida, instalação criada especialmente para a 36ª Bienal de São Paulo. A obra agora integra a mostra itinerante da Bienal em Fortaleza. Leia o depoimento da artista.

Saber mais
Uma pessoa com cabelo curto e encaracolado, vestindo uma camisa branca, um colete estampado e calças largas escuras, está em meio a uma instalação de arte. A instalação apresenta inúmeras hastes de metal escuras e retorcidas, semelhantes a raízes ou galhos, que cobrem o chão e se elevam ao redor da pessoa. Cortinas altas, de cor laranja claro, estão ao fundo.
A artista Rebeca Carapiá em frente à sua obra durante o coquetel de abertura da 36ª Bienal de São Paulo© Levi Fanan / Fundação Bienal de São Paulo
Entrevistas11 jun 2026

Como criar raízes aéreas: entrevista com Rebeca Carapiá

As palmeiras-andantes conhecidas como paxiúbas (Socratea exorrhiza) foram as companheiras de Rebeca Carapiá nos dias que passou ao longo do rio Tupana, na bacia Amazônica. Em aço, carbono e cobre, a artista passou meses fundindo uma floresta de esculturas em torno de uma experiência sobre linguagem, transformação, andança, corpo, vida e morte. Suas obras agora integram a mostra itinerante da 36ª Bienal em Santos. Leia o depoimento completo da artista.

Saber mais

Newsletter

Receba a Newsletter da Bienal

Bienal

  • Fundação
  • Bienal a Bienal
  • Agenda
  • +bienal
  • Biblioteca
  • 70 anos
  • Arquivo Histórico
  • Apoie
  • Trabalhe conosco
  • Café Bienal
  • Transparência
  • Relatório de Gestão 2022-2023

  • Contato
  • Identidade Visual

Fundação Bienal de São Paulo

Av. Pedro Álvares Cabral, s/n - Moema CEP 04094-050 / São Paulo - SP

Contato

+55 11 5576.7600 contato@bienal.org.br

Privacidade
•
Termos de uso
Copyright © 2026 Bienal de São Paulo
Ao clicar em "Concordar", você concorda com uso de cookies para melhorar e personalizar sua experiência, bem como nossa Política de Privacidade. Ver a Política de Privacidade*.
Concordar