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Uma pessoa com cabelo curto e encaracolado, vestindo uma camisa branca, um colete estampado e calças largas escuras, está em meio a uma instalação de arte. A instalação apresenta inúmeras hastes de metal escuras e retorcidas, semelhantes a raízes ou galhos, que cobrem o chão e se elevam ao redor da pessoa. Cortinas altas, de cor laranja claro, estão ao fundo.
A artista Rebeca Carapiá em frente à sua obra durante o coquetel de abertura da 36ª Bienal de São Paulo – © Levi Fanan / Fundação Bienal de São Paulo
Entrevistas 11 jun 2026

Como criar raízes aéreas: entrevista com Rebeca Carapiá

As palmeiras-andantes conhecidas como paxiúbas (Socratea exorrhiza) foram as companheiras de Rebeca Carapiá nos dias que passou ao longo do rio Tupana, na bacia Amazônica. Em aço, carbono e cobre, a artista passou meses fundindo uma floresta de esculturas em torno de uma experiência sobre linguagem, transformação, andança, corpo, vida e morte. Suas obras agora integram a mostra itinerante da 36ª Bienal em Santos. Leia o depoimento completo da artista.

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Vista de obra de Sérgio Soarez na 36ª Bienal de São Paulo – © Julia Bolliger Murari / Fundação Bienal de São Paulo
Entrevistas 20 maio 2026

O artista griô que dialoga com a ancestralidade: entrevista com Sérgio Soarez

Através da assemblage, Sérgio Soarez faz com que objetos de ferro – chaves, facas, brocas, alicates, ferramentas ou armas enferrujadas – e de madeira – peanhas, rocalhas, tábuas simples ou adornos – coabitem, alinhando diferentes vidas, tempos e usos cujos vestígios estão marcados em seus corpos. Suas obras agora integram a mostra itinerante da 36ª Bienal em Brasília. Leia abaixo o depoimento do artista.

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Vista da série For Time Is the Witness of Humanity, de Ruth Ige, durante a itinerância da 36ª Bienal de São Paulo em Curitiba – © Vinícius Perbichi / Fundação Bienal de São Paulo
Entrevistas 24 abr 2026

Pois o tempo é a testemunha da humanidade: entrevista com Ruth Ige

Pinceladas de cor índigo e de vários tons de azul estão impregnadas nas pinturas de Ruth Ige, caracterizadas pela presença enigmática de figuras sem rosto. Exibida na 36ª Bienal de São Paulo, a série Pois o tempo é a testemunha da humanidade integra a mostra itinerante da Bienal em Curitiba. Leia abaixo o depoimento da artista.

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Vaso de barro preso em placa de cimento
Detalhe de obra da série Brasilidades, de Moisés Patrício, na 36ª Bienal de São Paulo – © Natt Fejfar / Fundação Bienal de São Paulo
Entrevistas 16 abr 2026

Brasilidades: entrevista com Moisés Patrício

Esculturas híbridas de concreto e barro compõem a obra Brasilidades, apresentada por Moisés Patrício na 36ª Bienal de São Paulo. Nela, cubos de cimento que remetem ao construtivismo brutalista engolem peças cerâmicas do candomblé (alguidares, quartinhas e vasos de barro). A obra agora integra a mostra itinerante da Bienal no Rio de Janeiro. Leia abaixo o depoimento do artista.

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Foto de pessoa deitada olhando para a câmera com obra feita de galhos e gravetos atrás dela.
Sallisa Rosa durante a montagem da 36ª Bienal de São Paulo – © Fe Avila / Fundação Bienal de São Paulo
Entrevistas 19 mar 2026

Muitos nomes: entrevista com Sallisa Rosa

Um labirinto circular por onde se pode caminhar compõe a obra Muitos nomes, criada por Sallisa Rosa para a 36ª Bienal de São Paulo. Composta de galhos e cipós principalmente amarrados e encaixados, a obra agora integra a mostra itinerante da Bienal em Goiânia. Leia abaixo o depoimento da artista.

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Retrato de Wanda Svevo. – Foto: Autoria desconhecida
Entrevistas 15 abr 2025

Wanda Svevo: um perfil familiar

A partir de uma entrevista com Alberto Svevo – filho de Wanda Svevo, a fundadora do Arquivo Bienal – montamos um perfil de sua mãe.

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Juliana dos Santos, Entre o azul e o que não me deixo/deixam esquecer, 2019. Instalação, Temporada de Projetos Paço das Artes. – Foto: Rômulo Fialdini
Entrevistas 2 dez 2024

Inquietações críticas: Entrevista com Gonzalo Leiva Quijada

A repórter e crítica de arte Tatiane de Assis realiza para o +bienal uma entrevista com o historiador, filósofo e crítico de arte chileno Gonzalo Leiva Quijada, ilustrada por imagens de uma obra de Juliana dos Santos. Confira!

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Vista da instalação de Tadáskía durante a 35ª Bienal de São Paulo – coreografias do impossível – © Levi Fanan / Fundação Bienal de São Paulo
Entrevistas 3 nov 2023

Tadáskía: o meu trabalho tem vida própria

Uma entrevista com a artista brasileira sobre sua participação na 35ª Bienal de São Paulo

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